sábado, 15 de setembro de 2012

RIO DE JANEIRO: CENÁRIO DE UM GRANDE ENCONTRO

Dias 20 e 21 de setembro, a cidade do Rio de Janeiro sediará o 10º Encontro Nacional dos Profissionais de Recursos Humanos dos Fundos de Pensão (clique aqui). O evento faz pensar: 

1. como lideranças podem trabalhar para promover a proteção social?

2. queda da taxa de juros significam menos lucros?

3. queda na taxa de juros significam políticas de gestão de pessoas mais enxutas?

Porque empresas, especialmente aquelas sem fins lucrativos, e PESSOAS com recursos investidos no mercado financeiro dependem de resultados para estruturarem seus orçamentos e planejamentos estratégicos individuais e coletivos.

Temos soluções prontas para esse impasse?

Prontas talvez não. Mas em processo, certamente. Porque a contrapartida é o crescimento econômico, com ganho de salário. Pelo menos esse dado foi apontado na declaração que presidente Dilma Roussef fez em rede nacional, no último dia 6 de setembro.

Líderes, certamente, terão de reinventar, terão de inovar as próprias técnicas de gestão. Previdência Complementar, por exemplo, não pode mais ser entendida como privilégio, mas direito do trabalhador.

Quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) associa saúde financeira do trabalhador a indicadores de produtividade e clima organizacional, é impossível ignorar o compromisso institucional com Educação Financeira e Previdenciária. A Organização Mundial do Trabalho (OIT) está envolvida com a promoção do trabalho decente. Entre outros aspectos, essa orientação internacional protege o trabalhador do assédio moral.

São diretrizes internacionais para umaa cultura que precisa ser desenvolvida e compartilhada por todos. As redes sociais facilitam sobremaneira a viabilidade desse processo, porque tem baixo custo e grande alcance.

Mas a principal mudança cultural está relacionada a liberdade de expressão e autorregulação. Para ocupar institucionalmente as redes sociais, empresas precisam ser mais flexíveis com a atitude espontânea do trabalhador, nem sempre aderente a políticas de comunicação e gestão da informação.

A tecnologia facilita o relacionamento e a expressão, mas não é responsável pelo comportamento das pessoas. Até que haja um completo entendimento entre os protocolos de uso, será necessária uma margem de flexibilidade e tolerância concedida principalmente pelas lideranças a seus liderados. Cabe também aos líderes uma consciência sobre proteção social que, necessariamente, as Políticas de Recursos Humanos deverão contemplar como instrumentos de promoção da cidadania e sustentabilidade da vida.

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