segunda-feira, 16 de setembro de 2013

CONFIANÇA E MEDO SÃO EXCLUDENTES

Estudar um pouco sobre os efeitos da censura ajuda a gente a compreender o imaginário que se cria "tocando terror". Porque muito da mídia se sustenta - e um mercado imenso - com base nesta fórmula muito simples "tocar terror". Outras instituições - as empresas, a escola - também se valeram muito desse modelo de opressão, tão profundamente analisado pelo educador Paulo Freire.

Para usar um recorte didático, é bom lembrar que a democracia no Brasil data de 1985. Mas tem muitas PESSOAS - inclusive os mais jovens - que sequer consideram a palavra no dicionário. Porque ser reacionário é um posicionamento determinado pelo DNA. Claro que existe salvação e evolução para todos. O nome dela é consciência. A consciência transforma o comportamento definitivamente.

Acho que foram esses motivos que me levaram a gostar muito do depoimento do professor José Lupoli Jr. (USP) sobre a questão do medo. Eu me identifiquei com o recado porque considero intimidantes alguns aspectos da divulgação do risco da Previdência Complementar. Como leiga, percebo maiores os riscos do que as oportunidades quando, de verdade, as oportunidades são imensamente maiores, especialmente para quem tem Previdência Complementar Fechada. 

Aversão ao risco e a falta de confiança certamente se transmutam em medo, parte da base da fórmula que impede os 20% dos trabalhadores brasileiros com acesso a fundos de pensão preferirem não investir o dinheiro com vantagens diferenciadas de todo o mercado. 



Como se combate o medo e a desconfiança? Com as ferramentas que o professor José Lupoli Jr. apresenta, mais uma dose maciça de Educação Previdenciária de qualidade. Veja, cara pálida, não é qualquer Educação Previdenciária. Porque muito do que eu vejo por aí, ainda recrimina os hábitos inadequados de consumo de jovens, adultos e idosos. Vejo muito alarde sobre a instabilidade da Economia, como se isso fosse uma novidade no Brasil. Vejo muita crítica às famílias endividadas, que caem no canto da sereia do crédito, como se o Brasil fosse o único a enfrentar esse tipo de problema. Isso demonstra muito do nosso posicionamento, que também precisa de evolução.

Precisamos divulgar, engajar, apoiar, compartilhar boas atitudes promotoras de uma nova consciência, de um comportamento mais adequado, mais educado. Precisamos reivindicar Políticas Públicas de Educação, Educação Financeira e Educação Previdenciária. Hoje, pelas redes sociais, vi que a Rússia vai lançar sua estratégia nacional para lidar com as mesmas causas.

Enquanto nossa voz não tem força para chegar à presidente Dilma Rousseff e acordar o gigante, vamos fazendo um trabalho de formiguinha. Porque temos sim Educação Previdenciária de qualidade sendo produzida por PESSOAS conscientes e evoluídas. Um grande exemplo são os vídeos sobre adesão (planos patrocinados e planos instituídos) feitos pelo Programa A Escolha Certa e que podem ser utilizados por qualquer Entidade Fechada de Previdência Complementar, sem custos. É só baixar o arquivo. Uma maravilha que merece ser comemorada e compartilhada muitas, muitas, muitas e muitas vezes!


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